Dignidade para viver melhor.

O Reformular nasceu de uma vontade: melhorar as condições de moradia de famílias em situação de vulnerabilidade social, proporcionando maior qualidade de vida para essas pessoas.

Dados da Fundação João Pinheiro estimam que o déficit de qualidade habitacional no Brasil gira em torno de 53 milhões de moradias. As pessoas que ali residem enfrentam problemas de iluminação, desconforto térmico, excesso de umidade e mofo, fatores que contribuem para a evasão escolar, problemas financeiros, angústia, violência doméstica e complicações na saúde. Nas comunidades mais pobres, especialmente em vilas, aglomerados e favelas, não existem soluções, com custos acessíveis e em número suficiente, por parte do governo ou do mercado, para melhorar a condição habitacional desses lares.

Em busca de resoluções para este problema, o Reformular aplica a estrutura dos negócios sociais, oferecendo obras de complexidade reduzida que proporcionam grandes impactos na vida das pessoas. Negociamos com parceiros e fornecedores e oferecemos as intervenções necessárias no que chamamos de “kits de reformas”.

Nossas operações são autossustentáveis financeiramente, não distribuem dividendos e procuram solucionar uma questão importante para a comunidade. O sucesso do negócio, portanto, não é medido por lucros, mas pela repercussão que ele traz para a sociedade, para o meio ambiente e pelos sorrisos que encontramos no caminho.

53

milhões de pessoas sofrem com o déficit habitacional qualitativo (Fundação João Pinheiro).

30

é a porcentagem de redução de custos promovida com o planejamento do Reformular.

11,4

milhões de brasileiros vivem em aglomerados e favelas, onde os problemas de déficit habitacional são mais recorrentes (IBGE).

18,7

milhões de domicílios urbanos não contam com pelos menos um dos três serviços básicos de saneamento básico - conexão à rede de esgoto, coleta de lixo e água encanada (PNAD 2015).